Postado por: Rodrigo Fatturi | Outubro 13, 2007

Expoaer 2007

A Exposição Aeronáutica (Expoaer) acontece anualmente na Base Aérea de Canoas, cidade da região metropolitana de Porto Alegre, sempre no feriado de 12 de outubro no dia das crianças.

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Em sua 13ª edição, a tradicional exposição promovida pela aeronáutica, visa mostrar o dia a dia da base aérea, as instalações, os artefatos bélicos, e principalmente as aeronaves que se encontram no local.

Responsável pela organização do evento, o Sargento Porto comanda há cinco anos o setor de comunicação da Base Aérea, e falou sobre a importância do evento. “O objetivo principal da exposição é proporcionar, não só para as crianças, mas para a comunidade em geral, uma série de atividades que desenvolvam o espírito de cidadania”, comenta. “Para isso, nós mostramos nossa estrutura e possibilitamos que as pessoas tenham um contato maior com as aeronaves”, completa.

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Dentro dos hangares da Base Aérea, ficam expostas as aeronaves para os visitantes observarem as suas estruturas e, em algumas delas, é possível entrar na cabine, colocar o capacete, e encarnar o verdadeiro espírito aventureiro de ser um piloto.

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Localização da Base Aérea de Canoas

Além disso, existem diversas barracas que vendem roupas e acessórios sobre a aviação, e sobre o mundo da aeronáutica. Uma das mais requisitadas pelo público, é a das réplicas em miniatura dos mais diversos modelos e tamanhos das aeronaves fabricadas até hoje.

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O ápice da exposição é guardado para o final: o esquadrão de demonstração aérea, mais popularmente conhecido como a esquadrilha da fumaça.

 Fundada em 14 de maio de 1952, a esquadrilha voa até hoje com seus Tucanos, unindo o azul de suas asas ao azul do céu, divulgando nossa tecnologia e a capacidade de nossos pilotos, sendo sempre a atração principal dos eventos de que participa.

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As crianças e os pais se emocionaram com as incríveis manobras e acrobacias realizadas no céu de Canoas. 

Postado por: Rodrigo Fatturi | Outubro 1, 2007

Perfil do usuário 2.0

A web 2.0 proporciona liberdade de interação e criação dos mais diversos modos para os usuários.

cartaz.jpg Para Diogo Leiria não é diferente. O ilustrador de 25 anos costuma utilizar algumas ferramentas da web para aprimorar e divulgar seus trabalhos para o mundo.

Primeiramente, o artista procura atualizar constantemente seu fotolog com todos os trabalhos recentes que produz. “Sempre que posso procuro editá-lo, alterando de forma atrativa sua aparência. Vinculo novos trabalhos e excluo os mais antigos. Procuro postar textos explicativos dos trabalhos. Também adiciono links de outros artistas que gosto para divulgá-los”, comenta.

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Dentro da sua navegação, visita blogs e fotologs de outros artistas, sempre comentando seus trabalhos. Assim aproveita para pesquisar e trocar informações sobre a arte.

O artista fala que através do fotolog, foi possível conseguir alguns trabalhos. “ Através do meu fotolog já recebi propostas de trabalho, no qual a pessoa postou um comentário com as devidas informações. Em seguida trocamos mensagens e discutimos a maneira como seria feito o trabalho”, salienta.

bra-sarampo.jpgDiogo também visita alguns sites do segmento das artes, como o portal área51. Nele é possível ter um espaço de divulgação do seu trabalho, podendo enviar as artes no formato jpg, porém é necessário um cadastro prévio. Assim o artista tem um portifólio on-line para os interessados visualizarem o estilo de cada um.

No portal, existem seções específicas para cada tipo de trabalho, onde o artista pode enviar seus trabalhos em geral(editorial), o espaço para envio só de caricaturas(caricaturas), a seção para os trabalhos no formato de histórias em quadrinho(hq), entre outras.

Ainda existe um blog interno com dados sobre os salões de desenho e eventos afins e notícias sobre as atualidades do mundo da ilustração. Também tem um chat para os artistas em geral e um canal para os usuários entrarem em contato com o pessoal do site.

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Postado por: Rodrigo Fatturi | Setembro 20, 2007

Sites Emergentes

Falar sobre a web 2.0 e todo o seu desenvolvimento, é mergulhar em uma infinidade de caminhos e vias inovadoras.

Para quem tem mais paciência de ficar on-line boa parte do dia, as ferramentas encontradas na internet, tanto para informação, disseminação, quanto para entretenimento, são vastas e, o mais interessante de tudo isso, todos podemos intervir de alguma forma no seu conteúdo.

Overmundo

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Esse site é caracterizado por apresentar matérias dirigidas à disseminação das atividades culturais, tanto que é patrocinado pelo governo federal.

Notícias construídas por colaboradores variados, ou seja, pela audiência do site. As matérias são apresentadas em formato semelhante à um blog.

Após o envio de diversas notícias, é criado automaticamente um banco de cultura, com o somatório das informações postadas.

A ordem de aparição vai de acordo com a quantidade de votos que a matéria recebe dos leitores. No site o leitor pode intervir para: escrever matérias e votar nelas, dar sugestões, observar erros e, através do banco cultural, pode escrever mais sobre algum assunto pouco abordado do que um mais conhecido, equilibrando a gama de assuntos do site, enriquecendo a inteligência coletiva.

Digg

digg2png.jpg Site que aborda os mais variados tipos de segmentos. Basicamente o layout do site é como de um blog, porém com mais conteúdo.

O conteúdo é formado pela audiência, ou seja pelos usuários, que escrevem uma breve introdução sobre a notícia e fazem um hiperlink com outro site que contém a matéria na íntegra.

São matérias dos mais variados tipos que são classificadas dentro de um top ten, com as dez melhores em destaque no lado esquerdo da home do site.

Fiztv

A idéia principal do site é organizar e estimular a produção independente de vídeos. Além de permitir a hospedagem de videos feitos pela audiência, é possível que o vídeo de cada pessoa possa entrar na programação da MTV, de acordo com o número de vizualizações do mesmo durante o dia.

Também é um grande banco de vídeos para as pessoas acessarem de acordo com o segmento que as mais interesse, como mais recentes, ou mais visitados.

O layout também é idêntico à um blog, em destaque fica sempre o vídeo mais acessado do dia.

Postado por: Rodrigo Fatturi | Setembro 20, 2007

Mais um semestre…

Depois de jornalismo on line I, a seqüência, jornalismo on line II.

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São cadeiras importantes para quem não tem muita paciência de ficar o dia todo na frente do pc(que é o meu caso), se situar melhor em relação ao que a internet, em principal, a web 2.0 pode nos proporcionar em termos de acessibilidade, informação e interação.

Então é isso. Juro q vou tentar fazer desse realmente um blog e não só um meio de entregar os trabalhos do Professor Daniel….hehe.

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Postado por: Rodrigo Fatturi | Junho 22, 2007

Só os melhores estão no Pan -americano

Os jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro contarão com mais de 40 modalidades que reunirão atletas de 42 países, no maior evento esportivo já realizado no Brasil.

O slogan da competição é “Viva essa energia”, e tem como conceito fundamental a integração da comunidade em torno dos Jogos. Par isso a população se envolve de diversas maneiras, comprando ingressos, decorando as ruas ou fazendo trabalho voluntário na organização do evento e auxiliando os atletas.

Atletas estes que para chegar até a disputa de uma competição de alto nível, dependem além de uma boa formação pessoal, tanto educacional quanto física, também de apoio para chegar a ser um competidor de elite.

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No Brasil, até o final dos anos 80, todos os atletas que chegavam a competir em grandes eventos, eram aqueles que tinham melhores condições financeiras e podiam bancar os custeios para o treinamento e as viagens. (foto: Bernard e o saque jornada nas estrelas). Assim pouquíssimos atletas brasileiros eram destaques dentro dos campeonatos pelo mundo.

À partir dos anos noventa o panorama começou a mudar com a possibilidade da inserção do marketing esportivo nas competições por parte das empresas nacionais. Percebendo que o Brasil era um grande pólo esportivo de talento, muitas instituições começaram a apoiar não só os custeios dos atletas, mas também a formação de novos fenômenos do esporte.

Atualmente além das empresas privadas, as instituições públicas também investem pesado no desporto com o objetivo de fortalecerem seu posicionamento e reputação perante a sociedade. Os Correios e a Caixa Econômica são exemplos disso. Patrocinam indiretamente os atletas, pois repassam as cotas para as Confederações que distribuem os valores de acordo com a posição no ranking do atleta e outros requisitos , de acordo com a modalidade que a instituição patrocina, como fala o professor de atletismo da Unisinos, Jorge Teixeira, no vídeo abaixo.

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Porém muitos atletas só conseguem algum recurso quando atingem um forte desenvolvimento para conquistar medalhas. O problema está no caminho que se percorre até chegar nesse estágio. Muitos sonham com a possibilidade de representar seu país, e no início da carreira tem que pagar do próprio bolso o investimento necessário para ser um atleta de ponta.

Nos esportes de maior apelo social como futebol, vôlei, atletismo e futsal, as condições são melhores. Porém muitos atletas de ponta, só que de esportes menos conhecidos como softbol, beisebol, boliche e levantamento de peso ainda tem que se virar para conseguir chegar até um Pan-americano.

Na enquete a seguir, de acordo com a opinião dos entrevistados, aparecem esportes mais conhecidos do grande público, pois tem maior apelo popular e recebem mais incentivos por parte das empresas.

Postado por: Rodrigo Fatturi | Junho 2, 2007

Tribo da velocidade

Carros envenenados, motos robustas, tuning e muita velocidade. Bem vindo ao mundo dos rachas!

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Neste mundo, a adrenalina é o único objetivo. Tendo como pivô a emoção e a tecnologia, os maníacos por velocidade superam cada vez mais os seus limites.

Não importa o modelo do carro ou da moto. O que importa é ter uma boa quantia de dinheiro para investir. Acredite, é preciso muito dinheiro para se manter neste ramo. Desde um simples Chevette, até um requintado BMW, exigem alterações drásticas. O gasto mínimo, apenas com o motor, para competir em um “pega” simples (racha de rua), é de três mil reais.

 

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As peças têm alto valor de mercado e geralmente são comercializadas com pagamento à vista, devido ao alto índice de acidentes. Sendo assim, essa é uma “tribo urbana” de alto poder aquisitivo. Investidores poderosos, muitas vezes patrocinadores e protagonistas de acidentes com perdas incalculáveis.

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As chamadas “tribos urbanas” são rodeadas de códigos e normas, estudadas por sociólogos e psicólogos, mal entendidas por muitos, crescendo e se multiplicando, mudando hábitos, costumes e práticas sociais. Muitos as caracterizam como um fenômeno juvenil dos grandes centros e que, dia após dia, ampliam sua atuação e aumentam seus adeptos.

 

Pode-se dizer que tribo constitui uma forma de organização mais ampla que vai além das divisões de clã. Trata-se de um pacto que aciona lealdades para além dos particularismos de grupos domésticos e locais. No caso, a tribo é formada por todas as pessoas que gostam de carros, constituindo um caráter homogêneo e massificado. Já os clãs são pequenos grupos bem delimitados, com regras e costumes particulares, que podem ser divididos por sua condição financeira, pela faixa etária ou pela origem étnica.

 

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Os clãs que disputam as corridas têm características peculiares. A não divulgação dos eventos é princípio básico para início de conversa. São grupos fechados, e possuem regras que devem ser seguidas à risca: quando o carro de um piloto sofre alguma avaria grave durante a corrida, nenhum outro pode ajudá-lo, o peso e as dimensões dos acessórios do carro seguem uma especificação padrão, e o piloto é proibido de guiar estando sob o efeito de qualquer tipo de droga ou bebida alcoólica.

 

Os rachas de rua são conhecidos de duas formas: o racha oficial e o não oficial. Existe o racha legalizado, que ocorre dentro de autódromos cercados por toda a estrutura necessária para a prevenção de acidentes e o ilegal, que acontece em rodovias urbanas, sem maiores cuidados.

 

Mesmo proibidos e condenados pelo código de trânsito brasileiro, os rachas ilegais continuam despertando a emoção dos seus participantes. Muitos julgam como mais emocionante, devido à proibição. É o caso do administrador de empresas Rodrigo, de 36 anos, que preferiu não revelar seu sobrenome. Ele disputa os pegas todas as terças à noite. Piloto de rua há 11 anos, diz que não consegue abandonar os pegas. “É vício! São aqueles 10 segundos de liberdade total para o corpo e para a mente. Não tem como parar”.

 

Já o piloto Robson, que também preferiu o anonimato, é severamente contra as modalidades de corrida conhecidas como não oficiais. Robson destaca o perigo dos acidentes e condena seus participantes. Aos 29 anos, o piloto de Porto Alegre compete no Autódromo Internacional de Tarumã, em Viamão. “Rachas ilegais só prejudicam a sociedade. Matam gente inocente! Todo bom piloto deve seguir regras e dar bons exemplos!”, diz Robson.

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Os rachas realizados em Tarumã servem de ponto de encontro para jovens que apreciam a velocidade sem oferecer riscos à sociedade. Realizado todas as sextas de noite, o famoso “Racha Tarumã” reúne mais de sete modalidades de competições diferentes.

 

A disputa é realizada na reta do autódromo e conta com um serviço completo de som, seguranças e alimentação. A média de público por corrida é de 3,5 mil pessoas. A participação da mídia junto aos jovens, no que diz respeito ao combate de rachas ilegais, é intensa. Destacando sempre a importância de abandonar os rachas de rua e integrar o grupo de pilotos de Tarumã, este serviço tem sido muito útil ao combate da violência no trânsito.

Postado por: Rodrigo Fatturi | Maio 30, 2007

O usuário é a chave-geral do sistema

Atigo baseado nos conceitos de Tim O’Reilly sobre Web 2.0tim1.jpg

Focado na simplicidade(focus on simplicity) - qualquer processo de absorção de conhecimento depende do nível de cultura do receptor, ou da maneira com a qual nos utilizamos de ferramentas e artifícios para popularizar as informações.

foco.jpgNa web 2.0 existe o aproveitamento da inteligência coletiva, fazendo com que o serviço da rede melhore mais, proporcionalmente a quantidade de usuários que a utilizam e interagem, enriquecendo seu banco de dados e informações.

Assim a combinação da inteligência dos usuários é maior que a soma individual da inteligência dos usuários, o chamado princípio da colaboração. Até porque a programação fica mais simples, e quanto mais acessível melhor.

pc.jpgAproveitar o uso(joy of use) - a interatividade do usuário com a rede, a possibilidade de consultar, opinar, alterar e acrescentar informações, aumenta e muito a atratividade de qualquer sistema.

Os usuários ficam incentivados em adicionar informações, é o que se chama de arquitetura da participação. A possibilidade de alterar o curso das coisas se torna muito atrativo para qualquer um. E quanto mais o internauta é experiente e ultrapassa algumas fronteiras, mais ele sentirá vontade de interagir, é um vício.

wiki.jpgA Wikipedia se define como uma ‘enciclopédia livre, cujo conteúdo qualquer um pode editar’. O nome vem de wiki-wiki, termo havaiano que significa veloz. A Wikipédia é uma enciclopédia onde qualquer artigo pode ser copiado e modificado, desde que os direitos de cópia e modificação sejam preservados.

Isso distingue a Wikipédia de todas as outras enciclopédias: qualquer pessoa pode modificar os artigos, sendo cada leitor um potencial colaborador do projeto. Assim ela se enquadra perfeitamente nos conceitos da Web 2.0, onde o usuário interage com o produto, alterando o seu conteúdo.

Os colaboradores editam o próprio texto da página publicada on-line, o que faz com que as informações estejam sempre atualizadas. Como é constantemente abastecida por milhares de pessoas, com interesses diferentes, a enciclopédia dá conta de informações sobre diversas tribos culturais e socias.

Algumas pessoas têm desconfiança em relação à Wikipédia em virtude de qualquer pessoa poder editar seu conteúdo. Mas é justamente essa a sua principal qualidade: os usuários acabam zelando pela qualidade da Wikipédia à medida em que observam, alteram e discutem, atraindo cada vez mais colaboradores.

Postado por: Rodrigo Fatturi | Maio 29, 2007

Cibercultura somos nós

Com o desenvolvimento e a popularização da internet, as pessoas conseguem buscar conceitos e pesquisar sobre os mais variados temas, nos mais diferentes segmentos da nossa sociedade, de forma liberal.

Neuromancer

Ao mesmo tempo consegue encontrar diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto, coisa que não é comum nos meios de comunicação dos quais temos mais contato no cotidiano, como o rádio, a televisão e a mídia impressa. Essa flexibilidade no espaço de comunicação é a chamada Cibercultura, onde toda a sociedade está inserida a partir do momento em que está navegando na internet.

O termo está diretamente relacionado com a dinâmica política, social, filosófica e econômica dos indivíduos que estão conectados à rede.  O tema é fortemente abordado nos campos da produção cultural. Existem livros, filmes e músicas que difundem a Cibercultura. 

No cinema o filme Matrix retrata a Cibercultura a partir de um universo paralelo, onde o protagonista sofre um processo de crescimento psicológico em termos de superação e exploração da sua capacidade dentro do universo onde ele se encontra. 

Na literatura, Willian Gibson em seu livro Neuromancer, aborda as atitudes de Case, um “punk virtual” o chamado Ciberpunk, que se utiliza da internet para realizar protestos e depreciar as grandes corporações provocando vandalismo virtual, causando prejuízos aos donos do poder, sem auferir para si qualquer ganho pessoal.

Postado por: Rodrigo Fatturi | Maio 29, 2007

Novas tecnologias, mensagens idênticas.

“A mídia é um sistema em contínua mudança” Marschall Mcluhan

 

Cada ato de mediação depende de outros atos de mediação. Mídias dependem uma das outras para funcionarem como mídias.Este processo se torna convergente porque há um diálogo contínuo entre os mídias, que se influenciam mutuamente.

 

 

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Processo caracterizado pelo uso de conteúdos, estratégias discursivas e especificidades estéticas desenvolvidas por e para um mídia por outro mídia.

As mídias tradicionais passaram a se apropriar das linguagens das novas mídias e vice-versa. A remediação auxilia na familiarização da nova mídia, recorrendo as linguagens já conhecidas das mídias anteriores.

Com a mediação, existe uma reformulação dos conteúdos e das maneiras como as informações são produzidas e consumidas nos meios.

 

O portal na internet da revista Placar, disponibiliza todas as informações sobre futebol nacional e internacional da atualidade.

 

 

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Nele é possível que o internauta encontre os assuntos de seu interesse de forma ágil e em grande variedade de assuntos. O site disponibiliza todos os gols da rodada do Campeonato Brasileiro 2007 e algumas reportagens especiais em formato de vídeos.

 

 

Grêmio X Sport

 

Diversas fotos são apresentadas no portal, inclusive algumas que são publicadas na revista. Também estão disponíveis as opiniões dos colunistas através dos seus blogs.

 

 

 

 

 

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