Publicado por: Rodrigo Fatturi | Maio 29, 2007

Cibercultura somos nós

Com o desenvolvimento e a popularização da internet, as pessoas conseguem buscar conceitos e pesquisar sobre os mais variados temas, nos mais diferentes segmentos da nossa sociedade, de forma liberal.

Neuromancer

Ao mesmo tempo consegue encontrar diferentes pontos de vista sobre o mesmo assunto, coisa que não é comum nos meios de comunicação dos quais temos mais contato no cotidiano, como o rádio, a televisão e a mídia impressa. Essa flexibilidade no espaço de comunicação é a chamada Cibercultura, onde toda a sociedade está inserida a partir do momento em que está navegando na internet.

O termo está diretamente relacionado com a dinâmica política, social, filosófica e econômica dos indivíduos que estão conectados à rede.  O tema é fortemente abordado nos campos da produção cultural. Existem livros, filmes e músicas que difundem a Cibercultura. 

No cinema o filme Matrix retrata a Cibercultura a partir de um universo paralelo, onde o protagonista sofre um processo de crescimento psicológico em termos de superação e exploração da sua capacidade dentro do universo onde ele se encontra. 

Na literatura, Willian Gibson em seu livro Neuromancer, aborda as atitudes de Case, um “punk virtual” o chamado Ciberpunk, que se utiliza da internet para realizar protestos e depreciar as grandes corporações provocando vandalismo virtual, causando prejuízos aos donos do poder, sem auferir para si qualquer ganho pessoal.


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