Os jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro contarão com mais de 40 modalidades que reunirão atletas de 42 países, no maior evento esportivo já realizado no Brasil.
O slogan da competição é “Viva essa energia”, e tem como conceito fundamental a integração da comunidade em torno dos Jogos. Par isso a população se envolve de diversas maneiras, comprando ingressos, decorando as ruas ou fazendo trabalho voluntário na organização do evento e auxiliando os atletas.
Atletas estes que para chegar até a disputa de uma competição de alto nível, dependem além de uma boa formação pessoal, tanto educacional quanto física, também de apoio para chegar a ser um competidor de elite.
No Brasil, até o final dos anos 80, todos os atletas que chegavam a competir em grandes eventos, eram aqueles que tinham melhores condições financeiras e podiam bancar os custeios para o treinamento e as viagens. (foto: Bernard e o saque jornada nas estrelas). Assim pouquíssimos atletas brasileiros eram destaques dentro dos campeonatos pelo mundo.
À partir dos anos noventa o panorama começou a mudar com a possibilidade da inserção do marketing esportivo nas competições por parte das empresas nacionais. Percebendo que o Brasil era um grande pólo esportivo de talento, muitas instituições começaram a apoiar não só os custeios dos atletas, mas também a formação de novos fenômenos do esporte.
Atualmente além das empresas privadas, as instituições públicas também investem pesado no desporto com o objetivo de fortalecerem seu posicionamento e reputação perante a sociedade. Os Correios e a Caixa Econômica são exemplos disso. Patrocinam indiretamente os atletas, pois repassam as cotas para as Confederações que distribuem os valores de acordo com a posição no ranking do atleta e outros requisitos , de acordo com a modalidade que a instituição patrocina, como fala o professor de atletismo da Unisinos, Jorge Teixeira, no vídeo abaixo.
Porém muitos atletas só conseguem algum recurso quando atingem um forte desenvolvimento para conquistar medalhas. O problema está no caminho que se percorre até chegar nesse estágio. Muitos sonham com a possibilidade de representar seu país, e no início da carreira tem que pagar do próprio bolso o investimento necessário para ser um atleta de ponta.
Nos esportes de maior apelo social como futebol, vôlei, atletismo e futsal, as condições são melhores. Porém muitos atletas de ponta, só que de esportes menos conhecidos como softbol, beisebol, boliche e levantamento de peso ainda tem que se virar para conseguir chegar até um Pan-americano.
Na enquete a seguir, de acordo com a opinião dos entrevistados, aparecem esportes mais conhecidos do grande público, pois tem maior apelo popular e recebem mais incentivos por parte das empresas.


achei interessante
seu site mas vc podia por do coritiba e do corintians
Por: hellen rocha em Agosto 23, 2007
às 7:16 pm